PNAIC CORTÊS

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

SEQUÊNCIA DIDÁTICAS


SEQUÊNCIA DIDÁTICA A CASA DE VINÍCIUS DE MORAES



SEQUÊNCIA DIDÁTICA A CASA DE VINÍCIUS DE MORAES

A CASA

Vinicius de Moraes
Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
Na rua dos bobos, número zero
1º Dia – SENSIBILIZAÇÃO E INTRODUÇÃO
1º momento:
  • Exibir o vídeo do poema cantando com as crianças;
  • Conversa na rodinha – Perguntar às crianças se eles já ouviram o poema antes? se gostaram? Se sabem quem o escreveu? Se já ouviram falar de Vinícius de Moraes? Conversar com elas sobre que foi Vinícius de Moraes (Bibliografia), apresentar uma fotografia do escritor; e dizer a elas que por um período estaremos trabalhando com alguns poemas escritos por ele e que muitas coisas irão aprender ao estudar estes poemas.
  • Escrever o poema com letras garrafais (na classe, junto com as crianças) A casa – em papel metro com o formato de casa;
  • Pedir para que as crianças ilustrem o cartaz pintando com: tinta guache, ou giz de cera – afixá-lo na classe;
  • Exibir o vídeo ou música do poema novamente, cantando com as crianças – apontando as palavras no cartaz (fazer isso algumas vezes);
2º Dia: CÃNTICO, INTERPRETAÇÃO E CRIAÇÃO
  • De posse do cartaz; colocar a música para as crianças ouvirem, primeiro ler, depois cantar com elas várias vezes – apontando as palavras no cartaz;
  • Interpretando oralmente o poema: Questionar às crianças quanto:
– Qual é o título do poema?
– Quem é o seu autor?
– Sobre o que fala o poema?
– A casa da qual o poema fala é igual ou diferente da que a gente mora? Por quê?
– Por que a casa do poema pode ser considerada engraçada?
  • Fazendo arte: dar às crianças uma folha de papel com apenas dois riscos e pedir para que elas, usando tinta guache e o dedo, completem o desenho da casa colocando as partes que faltam nela de acordo com o poema: teto, chão, paredes, o pinico, o número da casa e o nome da rua;
– Escreva na lousa o numero: 0 e o nome da rua: RUA DOS BOBOS para as crianças se apoiarem;
– Questionar o que é o número ZERO = 0? Representa alguma coisa?
– Por que Rua do BOBOS?
3º Dia – Natureza e sociedade:
1º momento:
  • Contação de história – os três porquinhos (com exibição de vídeo https://www.youtube.com/watch?v=yF3ofalvlAo);
  • Ao assistirem ao vídeo – em relação às casas dos Três Porquinhos, os que puderam perceber? São iguais? São feitas dos mesmos materiais?
  • Na rodinha – conversar com as crianças sobre que materiais são necessários para a construção de uma casa onde se compra esses
  • Construindo coletivamente uma lista de materiais que usamos para construir uma casa; “Para construir uma casa eu necessito de alguns materiais”:
– Na medida em que as crianças forem falando os materiais a professora deverá listá-los na lousa, lê-los com as crianças e depois escrever no papel metro para afixá-lo na classe;
2º momento: Passeio pela comunidade para que as crianças observem os diferentes tipos de casa ali existentes – se possível fotografá-las;
4º Dia: Retomando e relembrando o passeio pela comunidade:
Conversar na rodinha:
  • Ao observar as casas durante o passeio o que elas puderam perceber?
  • As casas são todas iguais? Por quê?
  • Todas são feitas com os mesmos materiais?
  • Será que todas as pessoas vivem em casas? Ou existem outros tipos de moradias?
  • Trabalhar com as crianças sobre os diferentes tipos de moradias: casas, apartamentos, barracos, palafitas, ocas indígenas, casas de pau a pique, e outras.
Para casa: Com a ajuda do pessoal de casa pesquise em livros e revistas diferentes tipos de moradias e cole nesta folha.
5º Dia:
1º momento: Reflexão sobre a escrita das palavras do poema: CASA
Colocar novamente a música e cantar com as crianças apontando as palavras com o dedo no cartaz;
  • Escrever a palavra CASA – em tiras de papel usando diferentes tipos de letras: cursiva e de imprensa e apresentá-lo para as crianças e pedir para que elas observem;
  • Entregar a letra do poema impressa para as crianças e pedir para que elas localizem no poema a palavra casa, circulem e pintem;
  • Escrever a palavra CASA na lousa e pedir para que as crianças leiam primeiro rapidamente, depois pausadamente: CA – SA batendo palmas;
– QUESTIONAR:
  • Quantas letras? Quantas sílabas?
  • Qual a primeira letra? Qual a última letra? Quais as letras intermediárias?
2º momento: escrita espontânea de palavras e letras
  • Pedir para que as crianças escrevam a palavra CASA na mesa usando o dedo;
  • Escrever a palavra casa no papel usando o dedo e tinta;
  • Pedir para que tentem escrevê-la na lousa da forma que souberem;
  • Traçar a 1ª letra da palavra CASA na caixa de areia; sobre a mesa; na folha de papel usando tinta guache;
  • Colar barbante sobre a letra: C
  • Modelar a letras da palavra CASA (com massinha);
  • Montar a palavra CASA usando letras móveis
  • Fazer bolinhas de papel crepom e ilustrar a letra: C;
Para casa: Entregar uma folha impressa para as crianças pedindo que elas procurem em livros ou revistas palavras e figuras que comecem com a mesma letra inicial da palavra CASA.
  • Na classe – retomar a atividade que passou para casa e
  • – Contextualizando – escrita das letras da palavra casa: C; A; S; A. (de vez e uma de cada vez;
  • Ensaio coreográfico do poema a CASA para no final ser apresentado no SARAU dos pequenos poetasFonte: Gil Nunes Maia
SEQUÊNCIA DIDÁTICA CONFUSÃO NO JARDIM  
GÊNERO TEXTUAL: POESIA – 1º ao 3º ano do ciclo de alfabetização
Objetivos:
  • Produzir textos, obedecendo-a ás estruturas e os mecanismos de articulação da língua;
  • Recreescrever textos lidos e ouvidos identificando os diferentes tipos de letras.
CONHECENDO O GÊNERO TEXTUAL POESIA:
  • Leitura da poesia “confusão no jardim” pela professora em um cartaz;
  • Questionamentos como: quais as palavras não conhecidas na poesia?
Nesta poesia só há afirmações ou perguntas?
O que o texto informa?
Qual é a intenção do texto? É divertido ou rimado?
Se alguém já leu um texto como este?
Represente o texto por meio de desenho.
  • Debate em circulo de alguns animais que se locomove sobre duas ou quatro patas.
ESTUDANDO O ASSUNTO:
  • Reconhecer a finalidade do gênero textual, meio de circulação, suporte, contexto de produção;
  • Identificar a adequação da linguagem de um texto aos interlocutores e a formalidade do contexto a qual se destina;
  • Adquirir ritmo, entonação e o vocabulário adequado no gênero abordado.
ORGANIZAÇÃO DO GÊNERO ESTUDADO:
  • Estudo do titulo da poesia,
  • Análise das partes do texto;
  • Análise das rimas e as etapas de ordenação do gênero (sequências tipológicas textuais);
GUIA DE PRODUÇÃO TEXTUAL:
  • Eu utilizo a pontuação.
  • Eu assino o texto.
  • Eu dou o título.
  • Eu explico o gênero textual.
  • Eu seleciono o vocabulário adequado ao gênero.
  • Eu organizo as informações.
  • Eu reescrevo a produção com a correção ortográfica.
  • Eu ilustro o gênero textual.
PRODUÇÃO DO GÊNERO POESIA:
  • Leitura do gênero textual;
  • Planejamento da produção;
  • Produção do gênero textual “poesia”;
  • Criação do título da produção do gênero;
  • Ilustração da produção;
  • Análise e correção do gênero trabalhado;
  • Exposição da produção revisada e ilustrada em mural na sala de aula.
PRODUÇÃO FINAL:
  • Acontecerá no decorrer das cinco aulas planejadas.
1ª AULA  
Leitura da poesia Confusão no Jardim, realizada pela professora, com a visualização do texto escrito em um cartaz.
Objetivo: 
  • Ler o texto “poesia” com autonomia,
  • Saber procurar no dicionário os significados das palavras e a acepção mais adequada ao contexto de uso.

CONFUSÃO NO JARDIM

Uma estrelinha
Caiu no meu jardim,
Lá no meio do capim
Se caiu do céu agora,
Terá sido pouca cola?
Quem será que mora
Neste pedacinho de aurora?
O sapo gordo
Parou o seu coaxado
E foi pulando
Para ver o seu achado.
O gato preto
De susto ficou duro,
Saiu correndo,
Saltando pelo muro.
Dona Barata
Aprontou um sururu,
Saiu gritando:
– É fogo, é fogo no bambu!
O grilo manco
Calou o seu trilado,
E foi saltando,
Assim meio de lado.
Uma estrelinha
Caiu lá no canteiro,
Piscando o tempo inteiro.
Vejam como é brilhante
Este corpo celeste!
Se caiu do manto da noite,
Despregou-se da sua veste?
O caramujo
Do sono despertou,
Pensando alegre:
– O dia já raiou!
O vaga-lume
Acendendo a lanterna:
– Meu Deus do céu,
Que será essa baderna?
A mariposa
Achou muita graça:
– Ó minha gente,
Estrela com fumaça?
Mas a formiga
Desfez a confusão:
– É só a brasa
Do charuto do João!
Autor: Ferruccio Verdolin Filh
Conversando sobre a poesia
Distribuir uma cópia do texto para cada aluno.
Ler o texto com ritmo, fluência e entonação e solicitar que os alunos o leiam juntos em
voz alta.
Ler, apontando palavra por palavra, chamando a atenção da turma para: título, direção da
escrita, espaçamento entre as palavras e a organização das idéias.
Ler novamente, questionando:
  • Quais palavras não são conhecidas no texto? (usar dicionário)
  • Neste texto, há perguntas ou só há afirmações?
  • O texto informa alguma coisa?
  • Qual é a intenção deste texto? É divertido? É rimado?
  • Vocês já leram algum texto como este anteriormente? (do mesmo gênero)
Perguntar aos alunos sobre o assunto tratado.
Propor a representação individual por meio de desenhos e expor devidamente identificados.
2ª AULA
Objetivo:
  • Identificar os animais macho, fêmea; terrestre, aquático e aéreo.
  • Reconhecer os tipos de locomoção de alguns animais.
CASAMENTO DE BICHOS
DIA CLARO, CÉU BONITO
E A TURMA TODA ANIMADA
VAI TER FESTA NA FLORESTA
VOU CONVIDAR A BICHARADA
SENHOR BOI E DONA VACA
RESOLVERAM SE CASAR
OH! QUE FESTA TÃO BONITA
TEMOS QUE COMEMORAR
E CHAMARAM O MACACO
PARA SER UM DOS PADRINHOS
O ELEFANTE E O COELHO
JÁ ESTAVAM A CAMINHO
O PATO VEIO COM A GATA
QUE NÃO PARAVA DE MIAR
A FORMIGA COM O CAVALO
QUE SÓ VIVE A GALOPAR
O VEADO TAMBÉM VEIO
COM CHIFRES BEM ENFEITADOS
A GALINHA E O GALO
ESTAVAM BEM ANIMADOS
AS BORBOLETAS E OS PASSARINHOS
VIERAM PARA ENFEITAR
A TARTARUGA DE MANSINHO
FOI CHEGANDO DEVAGAR
O CAHORRO SÓ LATIA
E O BODE SÓ A BERRAR
A RAPOSA DESCONFIADA
VEIO PRA PARTICIPAR
VEIO COBRA, VEIO ONÇA
VEIO FOCA E GUINÉ
SÓ FALTAVA CHEGAR
O CASAL DE JACARÉ
A FESTA ESTAVA ANIMADA
MAS COMEÇARAM A CORRER
QUANDO O LEÃO PERGUNTOU:
– QUE TEMOS PARA COMER?
Autora; Ana Maria da Silva.
Conversando sobre o texto:
Relate cinco nomes de animais que apareceram no casamento.
Qual é o maior animal? E qual é o menor?
Indique um animal da poesia que se locomove sobre quatro patas e um que se locomove sobre duas patas.
Quais dos animais citados na poesia você já viu?
Por que os animais começaram a correr quando o leão perguntou: “Que temos pra comer?”
3ª AULA   
Objetivo:
  • Comparar o dois textos fazendo inferência.
  • Aprender a seriar, organizar e classificar informações.
Coloque os alunos em círculo e socialize sobre os animais da poesia “casamento de bichos”.
Recorte de revistas e jornais animais presentes na poesia.
Peça para mostrarem o material recortado.
Faça colagem em um mural das imagens que trouxeram dos animais e afixe na sala.
Com o cartaz do texto “Confusão no Jardim”, faça uma leitura em voz alta com os alunos.
Questione:
  • Dos animais que foram pesquisados tem algum em comum nos dois textos?
  • Quais animais aparecem no texto confusão no jardim?
Organize a turma em duplas e peça para que escrevam uma poesia sobre alguns animais dos textos estudados.
Neste momento fazer as interferências que forem necessárias sobre as seqüências lógicas, paragrafação e a unidade estrutural.
Reescrita dos textos realizada pela dupla.
Ilustração do texto feita pela dupla.
Afixar em um painel na sala, os textos produzidos pelos alunos com os desenhos.
4ª AULA
Objetivo:
  • Conhecer diferentes poesias de diferentes autores;
  • Confeccionar dobraduras dos animais ilustrados.
Trabalhando com a poesia
Recitar a poesia para os demais alunos e fazer dobraduras dos respectivos animais.

SAPO-CURURU

Sapo-cururu
Da beira do rio.
Oh que sapo gordo!
Oh que sapo feio!
Sapo-cururu
Da beira do rio.
Quando o sapo coaxa,
Povoléu tem frio.
Que sapo mais danado,
Ó maninha, ó maninha!
Sapo-cururu é o bicho
Pra comer de sobreposse.
Sapo-cururu
Da barriga inchada.
Vôte! Brinca com ele…
Sapo-cururu é senador da República.
Manuel Bandeira

O GATO 

Com um lindo salto
Lesto e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião
Passa de novo
Do muro ao chão
E pega corre
Bem de mansinho
Atrás de um pobre
De um passarinho
Súbito, pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado
E quando tudo
Se lhe fatiga
Toma o seu banho
Passando a língua
Pela barriga.
Vinícius de Moraes

ATIVIDADE EM GRUPO

Divida os alunos em grupos e pedir que cada grupo escolha uma das poesias:
  • Com o alfabeto móvel, pedir que o grupo escreva as palavras da poesia que rimam e a partir delas forme outras palavras.
5ª AULA   
Objetivo:
  • Desenvolver atitudes e disposições favoráveis a leitura;
  • Identificar finalidades e funções da leitura;
  • Revisar os textos após diferentes versões, reescrevendo-os de modo a aperfeiçoar as estratégias discursivas.

 LEITURA DA POESIA LEILÃO DE JARDIM

Quem me compra um jardim com flores?
Borboletas de muitas cores,
lavadeiras e passarinhos,
ovos verdes e azuis nos ninhos?
Quem me compra este caracol?
Quem me compra um raio de sol?
Um lagarto entre o muro e a hera,
uma estátua da Primavera?
Quem me compra este formigueiro?
E este sapo, que é jardineiro?
E a cigarra e a sua canção?
E o grilinho dentro do chão?
(Este é o meu leilão.)
Cecília Meireles
Produção escrita
  •  Organizar os alunos em dupla e solicitar que façam o reconto da poesia “Leilão de jardim”;
  • Questionamentos que levante o conhecimento prévio dos alunos;
  • Exploração do titulo da poesia;
  • Levantamento de hipóteses;
  • Leitura coletiva com ritmo e entonação de voz;
  • Leitura individual por versos e estrofes;
  • Ilustração da poesia;
  • Produção da poesia;
  • Revisão da produção;
  • Exposição em mural na sala de aula com os nomes dos autores.
Autoria da Sequência Didática: PATRÍCIA ARAÚJO DOS SANTOS, ROSEMARY CARVALHO VIEIRA, LAURECY GOMES PEREIRA.

SUGESTÕES PARA SE TRABALHAR COM LISTAS LISTAS*

SUGESTÕES PARA SE TRABALHAR COM LISTAS

LISTAS*


Listar significa relacionar nomes de pessoas ou coisas para a organização de uma ação. Por exemplo; lista de convidados para uma festa, lista dos produtos para comprar, lista dos componentes do dia, lista das atividades que serão realizadas na sala de aula etc. Por ter uma estrutura simples, a lista é um texto privilegiado para o trabalho com alunos que não sabem ler e escrever convencionalmente, mas é necessário que o professor proponha a escrita de uma lista que tenha alguma função de uso na comunidade ou na sala de aula. A escrita que começam com a mesma letra ou outras similares são inadequadas, pois descaracterizam a função social desse texto.

SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM

Leitura de listas - É importante propor atividades de leitura em que os alunos são os leitores. Por exemplo: atividade em que recebam uma lista com os títulos dos contos lidos ou dos personagens conhecidos, e tenham de localizar determinados personagens ou títulos; leitura da lista dos ajudantes do dia; lista de atividades que serão realizadas no dia; da lista dos aniversariantes do mês etc.

Escrita individual de listas - Por ser um tipo de texto simples, as atividades de escritas de listas possibilitam que os alunos pensem muito mais na escrita das palavras (que letras usar, quantas usar, comparar outras escritas, etc.). O professor deve propor atividades de escrita de listas que possam de alguma forma ser usada pelos alunos. Por exemplo: escrever a lista dos contos lidos, a lista dos animais que já foram estudados e dos que ainda pretendem estudar, lista dos personagens preferidos, etc. Vale ressaltar que, quando propomos a escrita de textos em que não há um destinatário especifico, é fundamental aceitar as hipóteses e não interferir diretamente nas produções: não se deve corrigir, escrever embaixo ou coisa do tipo.

Reflexão sobre a escrita - Sempre que for possível, favorecer a reflexão dos alunos sobre a escrita, propor comparações entre palavras que começam ou terminam da mesma forma. As listas são ótimos textos para a realização dessas atividades.

*Fragmento de “O que são listas, cartas e bilhetes”, capitulo de Alfabetização – Livro do Professor, do Programa Escola Ativa. Brasília, Fundescola/SEF/MEC, 2000,p. 105. 




SUGESTÕES PARA TEMAS DE LISTAS

BRINQUEDOS
ANIMAIS
MATERIAL ESCOLAR
FRUTAS COM SEMENTES
CORES
MÚSICAS
MEIOS DE TRANSPORTES
NOMES DE JOGADORES
NOMES DE ALUNOS
MESES DO ANO
MATERIAL DE LIMPEZA
ALIMENTAÇÃO
PLANTAS
NOMES DE OBJETOS
ANIMAIS DOMÉSTICOS
CIDADES
ESTADOS
PROFISSÕES
NOMES DE ANIMAIS
NOMES DE MENINOS
NOMES DE INSETOS
NOMES DE FLORES
VESTUÁRIO
DOCES
VERDURAS
COISAS QUE COMPRAMOS A QUILO
OBJETOS DE COZINHA
MÓVEIS ENCONTRADOS EM CASA
PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL
ANIMAIS COM PENAS
NOMES DE CANTORES
NOMES DE PEIXES
DANÇAS
COMIDA JUNINA
PAÍSES DO MUNDO
CASAS COMERCIAIS
REMÉDIOS
O QUE ENCONTRAMOS NA IGREJA
NOMES DE PESSOAS EM ORDEM ALFABÉTICA
NOMES DE CARRO
NOMES DE NOVELA
ARTISTAS BAIANOS
ANIMAIS QUE MAMAM
ANIMAIS INVERTEBRADOS
NOMES D REVISTAS
CIDADES BAIANAS
ANIMAIS COM 04 PATAS
ANIMAIS PESADOS
HABITAÇÃO
ANIMAIS VERTEBRADOS
INSTRUMENTOS MUSICAIS
ANIMAIS QUE TEM BICO
ELETRODOMÉSTICOS
O QUE ENCONTRAMOS NA PRAIA
FAUNA/FLORA
ANIMAIS DE EXTINÇÃO
COMIDAS TIPICAS
COISAS LIQUIDAS
ENXOVAL DE BEBÊ
NOMES DE TIMES
ENXOVAL DE NOIVA